quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Um sábado diferente: mêtro e algumas histórias


Um sábado de sol e uma grande idéia: Passear de mêtro pela cidade!

Incrível. Fazia muitos anos que não me aventurava numa rota tão alternativa. A gente acaba se habituando a transitar pelas ruas da cidade sofrendo com congestionamentos, troca de marchas e outras coisas peculiares do ato de dirigir.

Neste sábado foi diferente: fui guiada. E como é bom...

A trajetória foi a seguinte: ônibus até a estação de Joana Bezerra (uma das mais perigosas por estar situada na comunidade do Coque. Muito complicado). Depois uma estação até o centro da Cidade. Não podemos compará-lo ao RER, o rápido suburbano serviço de mêtro de Paris ou ainda ao de São Paulo, mas é um bom serviço e limpo, muito limpo.

Ao desembarcar na estação central, me deparei com modelos antigos de trens, do Museu do Trem.

Criado em 1972, o Museu do Trem teve como patrono o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre.

Ali, o visitante pode apreciar o acervo iconográfico dos trens que circulavam por vários Estados do nordeste brasileiro. O acervo evidencia a história da locomotiva, a história dos trilhos, fotos da primeira locomotiva e de outras estações de trens, trechos férreos com rodas de locomotivas, bem como cadeiras, vidros, janelas e porta-bagagens que pertenceram a vagões de primeira classe (o Museu estava fechado, mas mesmo assim, consegui apreciar e sentir um clima nostálgico do local).

O Museu do Trem funciona na antiga Estação Central, na Praça Visconde de Mauá, s/n, no bairro de São José, na cidade do Recife. Ele é gratuito e encontra-se aberto ao público de segunda à sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h.


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