
As marcas deixadas pela arte contemporânea na cidade do Recife ganhou notoriedade a partir da década de 90 com a perseverança do galerista pernambucano Marcantonio Vilaça, que conseguiu inserir a arte brasileira no contexto internacional. Em 2003, o marchand, falecido aos 37 anos, em janeiro de 2000 ganhou uma galeira em sua homenagem no 2º andar do antigo Instituto Cultural Bandepe - atual Instituto Cultural Banco Real.
Até 21 de setembro (domingo próximo) a Galeria Marcantonio Vilaça recebe a exposição do artista plástico paraibano Jeims Duarte que assume, nesta ocasião, o desenho com uma relação estreita com o tempo, o qual define como um agente modificador do homem, do ambiente e do próprio artista.
São imagens fortes, marcantes. Refletem a atualidade da cidade do Recife, em sua estrutura física e também, social. Vale a pena conferir.
Até 21 de setembro
Instituto Cultural Banco Real
Av. Rio Branco, 23 - 2º andar
Recife - PE
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